Emagrecimento

Parar de tomar Mounjaro engorda? Efeito rebote atinge 82% de quem para

Parar de tomar Mounjaro engorda? Fome, metabolismo e massa magra explicam o reganho. Nutricionista mostra o que dizem os estudos.

Brenda

PorBrenda

Nutricionista | CRN5-25288

15 min de leitura
Parar de tomar Mounjaro engorda? Efeito rebote atinge 82% de quem para

Parar de tomar Mounjaro engorda na maior parte dos casos, e parte do peso perdido costuma retornar já no primeiro ano sem a medicação.

No consultório, vejo isso com frequência em quem suspende a caneta por conta própria, seja pelo preço, seja porque bateu a meta e achou que o tratamento tinha acabado.

O organismo não entende o fim do remédio como fim do problema.

Ele recebe de volta um apetite que estava contido, dentro de um corpo que já gasta menos energia do que antes de emagrecer.

Parar de tomar Mounjaro engorda?

O dado mais sólido sobre o tema vem do SURMOUNT-4, um ensaio clínico randomizado de fase 3 conduzido em 70 centros na Argentina, no Brasil, em Taiwan e nos Estados Unidos.

Os 670 participantes tinham obesidade, ou sobrepeso com alguma complicação ligada ao peso, e nenhum tinha diabetes.

Todos usaram tirzepatida, o princípio ativo do Mounjaro, por 36 semanas na maior dose tolerada (10 ou 15 mg).

Nesse período, perderam em média 20,9% do peso corporal.

Depois, metade seguiu com o remédio e a outra metade passou a receber placebo por mais 52 semanas, sem saber da troca. O resultado ao fim de um ano:

  • Quem continuou com a tirzepatida perdeu mais 5,5% do peso;
  • Quem foi para o placebo recuperou 14%;
  • Só 16,6% do grupo placebo manteve pelo menos 80% do peso perdido, contra 89,5% de quem seguiu tratando.

Uma análise posterior do mesmo ensaio, publicada no JAMA Internal Medicine, acompanhou os 308 voluntários que tinham perdido 10% ou mais antes de ir para o placebo.

Em um ano, 82,5% deles recuperaram ao menos um quarto do peso eliminado, e 74 pessoas tiveram de volta 75% ou mais.

Quanto maior o reganho, maior a piora da circunferência abdominal, do colesterol não HDL e da insulina de jejum.

Um número ajuda a dar proporção: mesmo após um ano sem o medicamento, o grupo placebo ainda pesava, em média, 9,9% menos do que no início do estudo.

mounjaro efeito rebote

Por que o peso volta tão rápido quando você para de tomar Mounjaro?

A tirzepatida imita dois hormônios produzidos pelo intestino, o GLP-1 e o GIP.

Juntos, eles agem em áreas do cérebro que regulam fome e saciedade e deixam o estômago esvaziar mais devagar.

Um ensaio clínico randomizado de fase 1 mediu esse efeito em 114 adultos sem diabetes, com IMC entre 27 e 50, divididos entre tirzepatida semanal, placebo e liraglutida diária por seis semanas.

Na terceira semana, o grupo da tirzepatida comeu cerca de 524 kcal a menos que o grupo placebo num almoço livre, em que cada um se servia à vontade.

Os voluntários também relataram:

  • Menos fome e mais saciedade em jejum;
  • Menos desejo por doces, salgados e gordura;
  • Menor tendência a comer além da conta;
  • Menos reação a comida exposta no ambiente.

Na ressonância magnética funcional, áreas do cérebro envolvidas na avaliação e na memória da comida, como o córtex orbitofrontal e o hipocampo, reagiram menos a fotos de alimentos gordurosos e açucarados.

Um detalhe curioso: o remédio não mexeu na capacidade de restringir a comida por esforço consciente.

O efeito recai sobre o impulso de comer, enquanto o autocontrole continua o mesmo de antes.

A bula aprovada pela FDA indica meia-vida de cerca de cinco dias, o que significa que o medicamento sai do organismo em aproximadamente um mês.

É nessa janela que o freio do apetite se desfaz. Em quem já teve episódios de compulsão alimentar, essa transição pede acompanhamento ainda mais próximo.

Depois de parar de tomar Mounjaro, os hormônios da fome jogam contra

Quando a tirzepatida sai de cena, o apetite encontra um corpo que, por ter emagrecido, passou a produzir sinais que estimulam a fome.

O estudo de Sumithran e colegas, publicado no New England Journal of Medicine, acompanhou 50 adultos com sobrepeso ou obesidade, sem diabetes, submetidos a uma dieta de muito baixa caloria por dez semanas.

A perda média foi de 13,5 kg. Os pesquisadores dosaram os hormônios do apetite antes da dieta, ao fim dela e na semana 62, quase um ano depois.

Mesmo com parte do peso já recuperada, o perfil hormonal seguia diferente do inicial:

  • A leptina, que informa ao cérebro o tamanho dos estoques de gordura, continuava baixa;
  • A grelina, principal hormônio que estimula a fome, continuava alta;
  • O peptídeo YY e a colecistocinina, ligados à saciedade, seguiam reduzidos;
  • A fome relatada pelos participantes permanecia maior do que antes da dieta.

Nesse estudo, a perda de peso veio da dieta. A leptina, porém, acompanha a quantidade de gordura corporal, seja qual for o caminho do emagrecimento, e por isso o raciocínio vale para quem perdeu peso com a caneta.

Quem decide parar de tomar Mounjaro enfrenta duas forças somadas: perde o efeito do remédio sobre o apetite e conserva a pressão hormonal de um corpo que tenta recuperar o peso antigo.

Por isso, atribuir o reganho apenas à falta de disciplina costuma ser injusto com o paciente.

parar de tomar mounjaro engorda quantos quilos

Metabolismo mais lento: quanto o corpo deixa de gastar depois de emagrecer

Um corpo menor gasta menos energia para funcionar, e isso já era esperado. O problema é que, depois de uma perda grande, esse gasto pode cair além do que a nova composição corporal explicaria.

Esse fenômeno, chamado de adaptação metabólica, foi medido em ex-participantes do reality The Biggest Loser, num estudo publicado na revista Obesity.

Os pesquisadores avaliaram 14 competidores com obesidade grave em três momentos: antes do programa, ao fim das 30 semanas de competição e seis anos depois.

A composição corporal foi medida por DXA, e o gasto em repouso, por calorimetria indireta. Seis anos depois:

  • Os participantes tinham recuperado, em média, 41 kg;
  • O gasto energético de repouso estava 704 kcal por dia abaixo do inicial;
  • Descontadas as mudanças de composição corporal e de idade, restavam 499 kcal diárias de queda que o tamanho do corpo não explicava.

O caso é extremo, com dieta e exercício levados ao limite.

Ainda assim, revela uma lógica que vale para quem perde 20% do peso com tirzepatida: manter o novo peso pede menos calorias do que pediria a alguém que sempre pesou aquilo.

Quando o apetite volta ao patamar antigo após parar de tomar Mounjaro, a conta deixa de fechar. A ingestão sobe, enquanto o gasto continua mais baixo.

Preservar músculo e aumentar o movimento ao longo do dia são as formas reais de acelerar o metabolismo nessa fase.

Massa magra: o que o Mounjaro leva além da gordura

Parte do peso que sai com a tirzepatida não é gordura, e esse detalhe faz diferença na hora de parar de tomar Mounjaro.

Um subestudo do SURMOUNT-1, publicado na Diabetes, Obesity and Metabolism, avaliou por DXA 160 dos 2.539 participantes do ensaio, todos com obesidade ou sobrepeso, no início e após 72 semanas de tratamento.

Com a tirzepatida, as mudanças foram:

  • Peso corporal: −21,3%;
  • Massa gorda: −33,9%;
  • Massa magra: −10,9%.

No grupo placebo, as quedas foram de 5,3%, 8,2% e 2,6%, respectivamente. Nos dois grupos, cerca de 75% do peso perdido foi gordura e 25% foi massa magra.

Essa proporção se parece com a de outras formas de emagrecimento, o que enfraquece a ideia de que o remédio consome músculo de um jeito especial.

O volume absoluto, porém, merece cuidado.

Numa pessoa que perde 25 kg, um quarto disso equivale a cerca de 6 kg de massa magra, que reúne músculo, água e outros tecidos sem gordura.

O músculo é metabolicamente ativo e um dos principais destinos da glicose depois das refeições.

Com menos dele, o gasto diário cai e a margem para o reganho aumenta.

O risco é terminar o tratamento mais leve, mas com uma composição próxima à de um falso magro: pouca massa muscular e gordura proporcionalmente alta.

As mesmas estratégias usadas para evitar perder músculo em dieta restritiva valem durante todo o uso da caneta, e não apenas no fim.

Em quanto tempo o peso volta depois de parar de tomar Mounjaro?

A estimativa mais completa sobre a velocidade do reganho saiu em 2026, numa revisão sistemática com meta-análise publicada no BMJ por pesquisadores da Universidade de Oxford.

O trabalho reuniu 37 estudos com 9.341 adultos que usaram um dos 18 remédios para controle de peso por ao menos oito semanas e depois pararam. O tratamento durou, em média, 39 semanas.

Os principais achados:

  • Com todos os remédios somados, a perda média foi de 8,3 kg e o reganho, de 0,4 kg por mês;
  • Nesse ritmo, o peso voltaria ao inicial em cerca de 1,7 ano;
  • Com semaglutida e tirzepatida, a perda chegou perto de 14,7 kg, mas o reganho dobrou, para 0,8 kg por mês;
  • Para esses dois remédios, a projeção de retorno ao peso de partida ficou em torno de 1,5 ano.

Os marcadores de saúde seguiram a mesma trilha.

Para hemoglobina glicada, glicemia de jejum, pressão arterial, colesterol e triglicerídeos, a projeção indica retorno aos valores anteriores em cerca de 1,4 ano.

Quem tratava colesterol alto junto com o peso precisa repetir os exames nos meses seguintes à suspensão.

Os autores também compararam esse ritmo com o de programas de dieta e atividade física.

Depois dos remédios, o peso voltou 0,3 kg por mês mais rápido, mesmo com perdas iniciais equivalentes.

Cabe uma ressalva: ainda há poucos dados sobre o que acontece mais de 12 meses após a tirzepatida, e a projeção de 1,5 ano resulta de um modelo matemático construído a partir dos dados disponíveis.

Dá para parar de tomar Mounjaro ou o uso é para sempre?

Em dezembro de 2025, a Organização Mundial da Saúde publicou sua primeira diretriz sobre medicamentos da classe do GLP-1 no tratamento da obesidade, que inclui liraglutida, semaglutida e tirzepatida.

O documento trata a obesidade como doença crônica e recidivante e recomenda o uso prolongado em adultos, exceto gestantes, junto com orientação de dieta e atividade física.

A recomendação saiu como condicional. Entre os motivos apontados pela OMS:

  • Poucos dados sobre eficácia e segurança a longo prazo;
  • Incerteza sobre a manutenção do peso e sobre como interromper o tratamento;
  • Custo alto e acesso desigual.

No Brasil, as orientações para o tratamento medicamentoso estão reunidas na diretriz ABESO 2026 sobre obesidade.

Parar de tomar Mounjaro continua sendo uma possibilidade, só que a ciência ainda não definiu o jeito mais seguro de fazer essa saída.

A redução gradual é uma das hipóteses em estudo.

Uma série de casos retrospectiva publicada na revista Obesity acompanhou 30 adultos que tinham estabilizado o peso com tirzepatida ou semaglutida semanal e passaram a aplicar em intervalos maiores, a maioria a cada duas semanas.

Em cerca de 36 semanas, o peso médio foi de 74,1 kg para 72,4 kg, a gordura corporal seguiu caindo e a massa muscular esquelética se manteve. Outros quatro pacientes voltaram à aplicação semanal ao notar reganho.

É um trabalho pequeno e sem grupo de comparação.

Funciona como pista, e qualquer mudança de dose precisa partir do médico que prescreve, nunca de uma decisão por conta própria.

Mounjaro efeito rebote: como diminuir o reganho

A estratégia com melhor evidência para frear o reganho depois de um remédio desse tipo é o exercício físico regular, e há um ensaio que mediu isso de forma direta.

O estudo de Jensen e colegas, publicado na eClinicalMedicine, é uma análise pós-tratamento de um ensaio randomizado e controlado por placebo com 109 adultos com obesidade.

Primeiro, todos perderam em média 13,1 kg com oito semanas de dieta de baixa caloria.

Depois, foram sorteados para um ano de manutenção com exercício supervisionado, liraglutida, os dois combinados ou placebo.

Ao fim desse ano, todos interromperam o tratamento e foram acompanhados por mais 12 meses.

O remédio testado foi a liraglutida, um agonista de GLP-1 mais antigo que a tirzepatida, mas o desenho ajuda a pensar a saída do Mounjaro:

  • No ano sem tratamento, quem tinha usado só a liraglutida recuperou 6 kg a mais do que quem tinha feito só exercício;
  • O grupo que combinou exercício e remédio terminou com 5,1 kg e 2,3 pontos percentuais de gordura corporal a menos do que o grupo da liraglutida isolada;
  • A chance de manter uma perda de pelo menos 10% foi 7,2 vezes maior no grupo combinado do que no placebo.

Os pesquisadores destacaram que o programa girava em torno de duas horas semanais de exercício intenso o bastante para acelerar o coração e deixar a pessoa ofegante.

O ideal é começar o treino durante o uso da caneta, para que o hábito já esteja firme quando chegar a última dose.

Proteína e treino de força antes, durante e depois de parar de tomar Mounjaro

Em 2025, quatro sociedades norte-americanas das áreas de medicina do estilo de vida, nutrição e obesidade publicaram um documento conjunto com prioridades nutricionais para quem usa GLP-1.

O consenso foi construído a partir da revisão da literatura e da experiência clínica dos autores, e chegou a oito prioridades.

Entre elas, a avaliação nutricional antes do início, a prevenção de deficiências de micronutrientes e a proteína adequada associada ao treino de força.

O texto é claro num ponto que vejo ser ignorado com frequência: aumentar a proteína, sozinho, provavelmente não basta para preservar a massa muscular sem treino resistido estruturado.

Os autores também admitem que faltam estudos sobre a nutrição na fase de manutenção após a suspensão.

Por isso, o preparo precisa começar bem antes da última dose.

Na rotina, isso se traduz em algumas frentes:

Distribuir a proteína entre as refeições, com quantidade ajustada ao peso e ao objetivo de cada pessoa;

  • Priorizar alimentos que concentram muita proteína em porções pequenas, já que o apetite está reduzido, e uma tabela de proteína por 100 g facilita essa escolha;
  • Treinar força com regularidade e progressão de carga, envolvendo os grandes grupos musculares;
  • Montar pratos com volume, fibras e vegetais, que ajudam a lidar com a fome quando ela voltar;
  • Acompanhar peso e medidas nos meses seguintes à suspensão, para ajustar o plano antes que o reganho ganhe velocidade.

Parar de tomar Mounjaro engorda: por que o nutricionista faz diferença?

Parar de tomar Mounjaro engorda, mas a quantidade de peso que retorna varia muito de uma pessoa para outra.

Parte dessa diferença depende do que foi construído enquanto o remédio fazia efeito.

Com a fome baixa, é comum comer pouco e mal, com proteína insuficiente e escolhas que não se sustentam quando o apetite retorna.

É nesse ponto que o acompanhamento nutricional muda o desfecho.

O nutricionista:

  • Calcula a proteína e organiza as refeições para preservar massa magra, mesmo com pouco apetite;
  • Previne deficiências de vitaminas e minerais em quem passa meses comendo pouco;
  • Ajuda a contornar náusea, constipação e outros efeitos gastrointestinais pela escolha dos alimentos;
  • Constrói, ainda durante o uso, uma rotina alimentar que funcione quando a fome voltar;
  • Ajusta o plano nas semanas após a última dose, quando o apetite reaparece e o gasto energético está mais baixo;
  • Trabalha junto com o médico que prescreve, caso a dose seja reduzida aos poucos.

Se você usa Mounjaro ou pensa em parar, marcar uma consulta com nutricionista antes da última aplicação é o passo que mais protege o resultado que você já conquistou.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARONNE, L. J. et al. Continued treatment with tirzepatide for maintenance of weight reduction in adults with obesity: the SURMOUNT-4 randomized clinical trial. JAMA, v. 331, n. 1, p. 38-48, 2024. DOI: 10.1001/jama.2023.24945.

ELI LILLY AND COMPANY. Zepbound (tirzepatide) injection, for subcutaneous use: full prescribing information. Silver Spring: U.S. Food and Drug Administration, 2026.

FOTHERGILL, E. et al. Persistent metabolic adaptation 6 years after “The Biggest Loser” competition. Obesity, Silver Spring, v. 24, n. 8, p. 1612-1619, 2016. DOI: 10.1002/oby.21538.

HORN, D. B. et al. Cardiometabolic parameter change by weight regain on tirzepatide withdrawal in adults with obesity: a post hoc analysis of the SURMOUNT-4 trial. JAMA Internal Medicine, 2025.

JENSEN, S. B. K. et al. Healthy weight loss maintenance with exercise, GLP-1 receptor agonist, or both combined followed by one year without treatment: a post-treatment analysis of a randomised placebo-controlled trial. eClinicalMedicine, v. 69, art. 102475, 2024.

LOOK, M. et al. Body composition changes during weight reduction with tirzepatide in the SURMOUNT-1 study of adults with obesity or overweight. Diabetes, Obesity and Metabolism, 2025. DOI: 10.1111/dom.16275.

MARTIN, C. K. et al. Tirzepatide on ingestive behavior in adults with overweight or obesity: a randomized 6-week phase 1 trial. Nature Medicine, v. 31, n. 9, p. 3141-3150, 2025. DOI: 10.1038/s41591-025-03774-9. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12443625/. Acesso em: 19 out. 2026.

MOZAFFARIAN, D. et al. Nutritional priorities to support GLP-1 therapy for obesity: a joint Advisory from the American College of Lifestyle Medicine, the American Society for Nutrition, the Obesity Medicine Association, and The Obesity Society. The American Journal of Clinical Nutrition, v. 122, n. 1, p. 344-367, 2025.

SUMITHRAN, P. et al. Long-term persistence of hormonal adaptations to weight loss. The New England Journal of Medicine, v. 365, n. 17, p. 1597-1604, 2011.

WEST, S. et al. Weight regain following the cessation of medication for weight management: a systematic review and meta-analysis. BMJ, 2026.

WONG, M. et al. Reduced-frequency GLP1 therapy maintains weight, body composition, and metabolic syndrome improvements: a case series. Obesity, Silver Spring, 2026.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO issues global guideline on the use of GLP-1 medicines in treating obesity. Genebra: WHO, 1 dez. 2025.

*Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação individual, o diagnóstico ou o tratamento conduzido por médico ou nutricionista. As informações apresentadas não devem ser aplicadas sem orientação profissional.


Compartilhe este artigo:FacebookWhatsAppLinkedIn